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domingo, 8 de maio de 2011

ISRAEL PARTE 1

Bem queridos,
Chegamos a Israel sexta à noite, dia 06/05, depois de um transtorno desagradável. Quando chegamos do Brasil em Madri, pela manhã,fomos informados que o voo Madri – TelAviv havia sido cancelado – começou, naquele momento a nossa a nossa caminhada pelo deserto. Todos cansados, esperávamos chegar em Israel às 15:30 do dia 06/05, dia do aniversário do Lucas Davi, que está comigo na viagem, no entanto, o tempo passava e a Iberia desculpava-se de forma lacônica, atribuindo o problema a contaminação do combustível no tanques do Aeroporto de Tev Aviv. Os aviões iam , mas não tinham como voltar. Houve várias tentativas de se resolver o problema: uma, ir para Budapeste e depois Tel Aviv, outra, ir para Frankfurt e depois Tel Aviv.A questão era que ambas alternativas se chegava as 03 horas do dia 08/05.
O problema se resolveu já pelas 15 horas, quando fomos informados que iríamos no voo das 17 horas. Um outro entrave se colocou. Tínhamos que ir para Atenas – menos mal, era pelo menos na mesma direção. A razão era que se abasteceria em Atenas para não precisar abastecer em Israel. Pegamos um voo lotadíssimo. Se não bastasse o cansaço, o avião estava uma muvuca. Parecia uma feira.
Chegamos em Israel à meia noite, depois de descobrir o porquê da necessidade do povo que saiu do Egito ter de enfrentar o deserto antes de chegar na terra prometida.
Rev. Lú

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terça-feira, 3 de maio de 2011

VIVER PELA GRAÇA: O ANTÍDOTO AO LEGALISMO

VIVER PELA GRAÇA: O ANTÍDOTO AO LEGALISMO
O cristão pode escolher entre dois estilos de vida: o da graça ou o do legalismo. São dois caminhos distintos, sendo que um exclui o outro. O caminho da graça é proposta de Deus e o caminho do legalismo é proposta humana. A graça restaura, o legalismo escraviza.
O problema da prática legalista está na busca da conquista do amor e do favor de Deus por meio da observação restrita dos Seus mandamentos, com a motivação errada. Sua motivação deveria ser obedecer a Deus como expressão de amor e não a de “barganhar” com Ele...
O relacionamento espiritual sobrevive e se sustenta pela graça divina. Ao viver um cristianismo que reduz o relacionamento espiritual a um “contrato”, a uma relação formal de obrigações, o legalista vive em agonia, com medo de ser rejeitado por Deus, em virtude dos seus erros e desacertos. Ele depende psicologicamente dos seus acertos para se justificar diante de Deus e, muito mais, diante dos homens. Por não ter coragem de encarar sua miséria e total dependência da graça e da misericórdia de Deus, o legalista desenvolve mecanismos externos que justifiquem sua “santidade”, que nada mais é do que a expressão superficial de uma vida medíocre, que depende de um invólucro vistoso para aparentar ser “digno”. As questões interiores, da alma, passam a ser secundárias e irrelevantes.
Ao ler, em Lucas 18:9-14, a parábola de Jesus sobre o fariseu e o publicano, descobrimos a antítese entre a graça e o legalismo vivenciada pelos dois personagens. O legalista da história, o fariseu, é incapaz de perceber ou de reconhecer sua miséria, sua real necessidade de Deus. Pelo contrário, ele realça seus feitos para requerer o favor de Deus. Ao relacionar suas “santas” ações, tais como dar o dízimo, jejuar, orar três vezes ao dia e outras mais (vs 11 e 12), o fariseu busca justificar-se confiando nos seus atos, na sua justiça própria. Em outras palavras, ele acha que não precisa do perdão e da graça, ele se sente auto-suficiente. O pior é que, nas questões internas, a morte se aloja no seu coração: ele torna-se um “sepulcro caiado de branco”.
Ao se comparar ao pobre publicano, considerando-se espiritualmente superior, o fariseu pisa-o e massacra-o. Pessoa assim jamais será um “irmão”, um igual. Ele considera-se “juiz” com o poder de condenar o outro e nunca de absolver o penitente. Ele age assim porque é incapaz de amar o pecador, de se compadecer dele, de ter misericórdia. Ao invés de dizer, cheio de soberba, “não sou como este publicano” ele deveria reconhecer, como Paulo, que ele é o que é pela “graça divina” (1ª Cor 15:10).
Mas, o foco da parábola não está sobre o pretensioso fariseu e sim sobre o humilde publicano. Ele não tem nenhuma lista de virtudes e nem de ações nobres. Pelo contrário, ele tem uma profunda convicção da sua condição de pecador e da possibilidade do perdão divino e da restauração mediante a graça de Deus. A maravilha desta graça está no fato de que Ele sabe que somos pó, imperfeitos e “maltrapilhos”, sem poder dar um passo sem Seu amparo espiritual e que, apesar de tudo isto, Ele nos ama.
Uma única frase sai da boca do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador...” (v 13). No final, a parábola mostra que a graça sempre vence a justiça própria e que, quem vive pela graça, cônscio das suas imperfeições, sempre “desce para casa” justificado por Aquele que diz: “A minha graça te basta!” (2ª Cor 12:9).
Rev. Luciano Roberto

terça-feira, 12 de abril de 2011

Elogie do jeito Certo

Li, na última semana, o artigo de Marcos Méier, Elogie do jeito certo. Depois de reduzi-lo, mantendo as partes mais importantes, compartilho para sua meditação.

“Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado... justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases.

Como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual.

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa”.

Ao final da leitura, tive a confirmação do que já desconfiava. Existe um modo sadio de elogiar, que desenvolve filhos e pessoas tranqüilas, sem medo da avaliação e, certamente, detendo arrogância, que nos faz pensar que somos superiores aos demais.

Sem dúvidas, elogiar pelo esforço é mais saudável do ponto de vista emocional e também do ponto de vista do resultado da ação. Na minha criação, não experimentei o elogio pelo esforço, da parte dos meus pais - meu avô Jonas Ribeiro, entretanto, era craque nisso!

Infelizmente, por um tempo, na criação dos meus filhos, imprimi o elogio, mais em razão de um resultado alcançado que pelo esforço. Hoje tento elogiá-los pelo esforço, respeitando suas limitações – coisa que tento fazer com todos os que me circundam. É... meu caro, afinal a gente tem que aprender com a vida e na vida. Agora você sabe por que Deus não desistiu de você nem de mim. Ele não nos descarta quando não conseguimos acertar o alvo, apesar do esforço.

Revlu



“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br

sexta-feira, 8 de abril de 2011

12 Vítimas e 1 Herói

Acredito que um fenômeno emocional atingiu, no dia de ontem, toda a nação brasileira. Nos tornamos uma grande família. Não houve quem não se sentiu pai, mãe, irmão, tio, avô das crianças assassinadas e feridas na escola Municipal em Realengo. Não ficamos somente consternados e sentidos. Na verdade, de alguma forma fomos atingidos. Foi como se estivéssemos perdendo um ente da família.

Quando iniciei este texto, pensei em colocar como título: 12 vítimas, um assassino e um herói. Entretanto, resolvi mudá-lo para: 12 vítimas e um herói. Não vejo razão para incluir na história quem interrompeu friamente 12 histórias. Este Wellington Menezes de Oliveira quis entrar para história cometendo uma atrocidade inimaginável entre Brasileiros. Na minha história ele não entra. Quando destacamos o assassino seu plano, sua habilidade em carregar as armas e executar as crianças, podemos despertar outros “Wellingtons" a querer repetir o mesmo ato crul e covarde, quer seja por baixa estima, desejo de vingança ou patologia mental.

Na minha história tem o destaque devido a dor e as lágrimas de pais desesperados. Na minha história 12 crianças tem nomes. Estes nomes, sim, têm que ficar destacados na história (Falta ainda a identificação do último da lista). São estes as verdadeiras vitimas:

1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos

2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos

3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos

4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos

5- Larissa dos Santos Atanázio,

6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos

7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos

8- Laryssa Silva Martins, 13 anos

9- Géssica Guedes Pereira

10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos

11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos

Escrevi, recentemente no blog, algo sobre a ação covarde e desumana de soldados da PM de Manaus contra uma criança de 14 anos. Disse que eram bandidos fardados.

Neste, episódio do Rio, porém, o herói é um sargento da PM. Trata-se do terceiro sargento PM Márcio Alexandre Alves. Policial militar do Batalhão de Polícia Rodoviária do Rio. Ele e outros PMs participavam de uma operação de rotina de controle de trânsito, quando um menino de 12 anos, ferido no rosto deu o alerta. Foi o sargento que deu de cara com o assassino, armado na escada do segundo para o terceiro andar. Alves atirou. "Ele apontou na minha direção, eu efetuei dois disparos e ele caiu", contou o sargento.

Guarde este nome, Márcio Alexandre Alves.Este sim é meu herói. Não porque matou o bandido, mas, porque, salvou dezenas de crianças.

É por esta e outras razões, que Jesus é meu herói. Ele me salvou da morte.

Rev. Lú

quinta-feira, 31 de março de 2011

Fé Improvável


Fé Improvável
Quando lemos o livro de Hebreus, somos apresentados a mais profunda  e bela definição de fé encontrada na Bíblia: ORA, A FÉ É A CERTEZA DAS COISAS QUE SE ESPERAM E A CONVICÇÃO DOS FATOS QUE SE NÃO VÊEM” Hebreus 11:1. Também somos convidados a contemplar e imitar a enorme e variada galeria de heróis da fé. Hebreus 11:2-40. 
Vemos, claramente, que a intenção, do autor desta carta, é deixar claro que a história da redenção é permeada ou pontilhada por pessoas que resolveram viver com fé. Neste sentido, devemos entender que, se quisermos viver uma vida relevante, integralmente falando, devemos viver a nossa existência na terra alicerçados na fé. O resultado é que, além de ver o agir de Deus em nossas histórias, agradaremos a Deus com a nossa postura.
No entanto, devemos ressaltar, também, como fez o autor aos Hebreus, o fato de que a fé procede de onde menos se espera. É o caso da prostituta Raabe (Hb. 11:31). Jesus, nos seus encontros, também se deparou  com expressões de fé de pessoas improváveis. Lembro-me da Mulher Siro-Fenícia  e do Centurião – ambos, como Raabe,estrangeiros. Estes não faziam parte  da estirpe abraâmica nem eram profundos conhecedores da Torá nem estudaram aos pés de Gamalieu, mas, mesmo assim, tornaram-se expressivos modelos de prática de fé. 
Diante da fé persistente da mãe Siro-fenícia, Ele diz: “Ó mulher, grande é a tua fé” (Mt. 15:28). Diante da fé do Centurião Romano, Jesus chega a fazer uma afirmação chocante para os religiosos de plantão: “…nem mesmo em Israel achei fé como esta”(Lc. 7:9).
No dia 28 de março, morreu José de Alencar. Empresário, ex- Vice Presidente da República e, sobretudo, crente em Deus -  homem, que certamente poderia ter ouvido de Jesus o que o Centurião ouviu.
 A fé falada e demonstrada de José de Alencar, deu-nos uma amostra de como, todos nós que somos crentes, deveríamos  manifestar a nossa fé.
14 anos de luta contra um câncer, 17 intervenções cirúrgicas não foram capazes de arrancar o bom humor e a fé gigante de seu coração. 
Em tempos de descrença, lamurias e murmurações, as frases de fé de Alencar servem de inspiração para nós os crentes. Eis algumas:"Vamos pessoal vai dar tudo certo " ( frase dita a junta de Médicos que iria opera-lo pouco antes de uma cirurgia de auto risco.
"Deus sempre quer o melhor pra gente, e se for pra eu morrer é por que Deus acha que é o melhor pra mim"  
"Deus não precisa de um câncer pra me levar, se ele tiver que me levar a doença será só uma desculpa"

quinta-feira, 24 de março de 2011

Deus Pai Vendo seu filho Sendo Maltratado

Ontem, quando assistia o Jornal da Globo, fiquei chocado e indignado ao ver a cena cruel e covarde de PMs de Manaus agredindo e atirando em uma criança de 14 anos, sem passagem pela Polícia. Confesso. Dormir mal!


Hoje, pela manhã, assisti novamente a cena e mais uma vez, um misto de raiva e impotência se apoderaram de mim. Dava vontade de entrar no video e defender aquela criança das mãos sujas e cruéis daqueles maus policiais ou melhor, banditos fardados.


No final da manhã, quando orava mais uma vez, relacionei o ocorrido... com o que Deus teve de suportar ao ver seu Filho Jesus sendo maltratado. Religiosos malignos fabricaram uma versão  de crime contra Jesus. Ele foi surrado e humilhado. Soldados piores que os de Manaus, colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça e um manto escarlate e o ridicularizaram.  Esbofetearam seu rosto, chicotearam suas costas, obrigaram-no a carregar a cruz e por fim o crucificaram. Para completar, deram-lhe vinagre e fel para matar sua sede.


Fiquei a pensar...  o quê impediu Deus de socorrer  seu Filho? O amor pelo pecador, enfim, por nós.
Deus sabia, que se o seu Filho não morresse por nós, morreríamos sem Ele e sem Céu.
Nós, no entanto, podemos denunciar abusos de autoridades de todos que são revestidos de autoridade. Podemos defender os que clamam por socorro, como esta criança.
Se você não assistiu o video, dê uma olhada, acessando o link
http://www.youtube.com/watch?v=wgPBXZ-jwCU

sexta-feira, 18 de março de 2011

O Que é Alegria?

A pergunta que faço, pode parecer simples e até ingênua, mas não é! 
Há uma confusão conceitual e emocional quanto ao sentido do que seja alegria plena, pura e real. A confusão se dilui  quando entendo uma diferença básica. O escritor Sam Storms, soube muito bem destacar a diferença básica, ao dizer: "Alegria não é, necessariamente, a ausência de sofrimento. Alegria é a presença de Deus." 
Quando lemos sobre a reação de Paulo e Silas em meio ao profundo sofrimento e a vexatória humilhação que eles foram submetidos na cidade de Filipos, vemos, na prática, pessoas que conseguiram se alegrar com a presença de Deus a despeito da presença do sofrimento.
Nós Também podemos reagir deste modo!

Leia o relato de Lucas em Atos 16:22s: "E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas. E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco.E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.