Bem queridos,
Chegamos a Israel sexta à noite, dia 06/05, depois de um transtorno desagradável. Quando chegamos do Brasil em Madri, pela manhã,fomos informados que o voo Madri – TelAviv havia sido cancelado – começou, naquele momento a nossa a nossa caminhada pelo deserto. Todos cansados, esperávamos chegar em Israel às 15:30 do dia 06/05, dia do aniversário do Lucas Davi, que está comigo na viagem, no entanto, o tempo passava e a Iberia desculpava-se de forma lacônica, atribuindo o problema a contaminação do combustível no tanques do Aeroporto de Tev Aviv. Os aviões iam , mas não tinham como voltar. Houve várias tentativas de se resolver o problema: uma, ir para Budapeste e depois Tel Aviv, outra, ir para Frankfurt e depois Tel Aviv.A questão era que ambas alternativas se chegava as 03 horas do dia 08/05.
O problema se resolveu já pelas 15 horas, quando fomos informados que iríamos no voo das 17 horas. Um outro entrave se colocou. Tínhamos que ir para Atenas – menos mal, era pelo menos na mesma direção. A razão era que se abasteceria em Atenas para não precisar abastecer em Israel. Pegamos um voo lotadíssimo. Se não bastasse o cansaço, o avião estava uma muvuca. Parecia uma feira.
Chegamos em Israel à meia noite, depois de descobrir o porquê da necessidade do povo que saiu do Egito ter de enfrentar o deserto antes de chegar na terra prometida.
Rev. Lú
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Este espaço é especial para quem quer sementes para plantar no solo do coração. Não é minha intenção enfocar os frutos, mas,sim, as sementes - o que potencialmente produzirão frutos. O Objetivo é, de forma sintética e resumida, trazer reflexões, frases, citações, etc, que possam inspirá-lo a olhar o horizonte com fé e esperança.
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domingo, 8 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
VIVER PELA GRAÇA: O ANTÍDOTO AO LEGALISMO
VIVER PELA GRAÇA: O ANTÍDOTO AO LEGALISMO
O cristão pode escolher entre dois estilos de vida: o da graça ou o do legalismo. São dois caminhos distintos, sendo que um exclui o outro. O caminho da graça é proposta de Deus e o caminho do legalismo é proposta humana. A graça restaura, o legalismo escraviza.
O problema da prática legalista está na busca da conquista do amor e do favor de Deus por meio da observação restrita dos Seus mandamentos, com a motivação errada. Sua motivação deveria ser obedecer a Deus como expressão de amor e não a de “barganhar” com Ele...
O relacionamento espiritual sobrevive e se sustenta pela graça divina. Ao viver um cristianismo que reduz o relacionamento espiritual a um “contrato”, a uma relação formal de obrigações, o legalista vive em agonia, com medo de ser rejeitado por Deus, em virtude dos seus erros e desacertos. Ele depende psicologicamente dos seus acertos para se justificar diante de Deus e, muito mais, diante dos homens. Por não ter coragem de encarar sua miséria e total dependência da graça e da misericórdia de Deus, o legalista desenvolve mecanismos externos que justifiquem sua “santidade”, que nada mais é do que a expressão superficial de uma vida medíocre, que depende de um invólucro vistoso para aparentar ser “digno”. As questões interiores, da alma, passam a ser secundárias e irrelevantes.
Ao ler, em Lucas 18:9-14, a parábola de Jesus sobre o fariseu e o publicano, descobrimos a antítese entre a graça e o legalismo vivenciada pelos dois personagens. O legalista da história, o fariseu, é incapaz de perceber ou de reconhecer sua miséria, sua real necessidade de Deus. Pelo contrário, ele realça seus feitos para requerer o favor de Deus. Ao relacionar suas “santas” ações, tais como dar o dízimo, jejuar, orar três vezes ao dia e outras mais (vs 11 e 12), o fariseu busca justificar-se confiando nos seus atos, na sua justiça própria. Em outras palavras, ele acha que não precisa do perdão e da graça, ele se sente auto-suficiente. O pior é que, nas questões internas, a morte se aloja no seu coração: ele torna-se um “sepulcro caiado de branco”.
Ao se comparar ao pobre publicano, considerando-se espiritualmente superior, o fariseu pisa-o e massacra-o. Pessoa assim jamais será um “irmão”, um igual. Ele considera-se “juiz” com o poder de condenar o outro e nunca de absolver o penitente. Ele age assim porque é incapaz de amar o pecador, de se compadecer dele, de ter misericórdia. Ao invés de dizer, cheio de soberba, “não sou como este publicano” ele deveria reconhecer, como Paulo, que ele é o que é pela “graça divina” (1ª Cor 15:10).
Mas, o foco da parábola não está sobre o pretensioso fariseu e sim sobre o humilde publicano. Ele não tem nenhuma lista de virtudes e nem de ações nobres. Pelo contrário, ele tem uma profunda convicção da sua condição de pecador e da possibilidade do perdão divino e da restauração mediante a graça de Deus. A maravilha desta graça está no fato de que Ele sabe que somos pó, imperfeitos e “maltrapilhos”, sem poder dar um passo sem Seu amparo espiritual e que, apesar de tudo isto, Ele nos ama.
Uma única frase sai da boca do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador...” (v 13). No final, a parábola mostra que a graça sempre vence a justiça própria e que, quem vive pela graça, cônscio das suas imperfeições, sempre “desce para casa” justificado por Aquele que diz: “A minha graça te basta!” (2ª Cor 12:9).
Rev. Luciano Roberto
O cristão pode escolher entre dois estilos de vida: o da graça ou o do legalismo. São dois caminhos distintos, sendo que um exclui o outro. O caminho da graça é proposta de Deus e o caminho do legalismo é proposta humana. A graça restaura, o legalismo escraviza.
O problema da prática legalista está na busca da conquista do amor e do favor de Deus por meio da observação restrita dos Seus mandamentos, com a motivação errada. Sua motivação deveria ser obedecer a Deus como expressão de amor e não a de “barganhar” com Ele...
O relacionamento espiritual sobrevive e se sustenta pela graça divina. Ao viver um cristianismo que reduz o relacionamento espiritual a um “contrato”, a uma relação formal de obrigações, o legalista vive em agonia, com medo de ser rejeitado por Deus, em virtude dos seus erros e desacertos. Ele depende psicologicamente dos seus acertos para se justificar diante de Deus e, muito mais, diante dos homens. Por não ter coragem de encarar sua miséria e total dependência da graça e da misericórdia de Deus, o legalista desenvolve mecanismos externos que justifiquem sua “santidade”, que nada mais é do que a expressão superficial de uma vida medíocre, que depende de um invólucro vistoso para aparentar ser “digno”. As questões interiores, da alma, passam a ser secundárias e irrelevantes.
Ao ler, em Lucas 18:9-14, a parábola de Jesus sobre o fariseu e o publicano, descobrimos a antítese entre a graça e o legalismo vivenciada pelos dois personagens. O legalista da história, o fariseu, é incapaz de perceber ou de reconhecer sua miséria, sua real necessidade de Deus. Pelo contrário, ele realça seus feitos para requerer o favor de Deus. Ao relacionar suas “santas” ações, tais como dar o dízimo, jejuar, orar três vezes ao dia e outras mais (vs 11 e 12), o fariseu busca justificar-se confiando nos seus atos, na sua justiça própria. Em outras palavras, ele acha que não precisa do perdão e da graça, ele se sente auto-suficiente. O pior é que, nas questões internas, a morte se aloja no seu coração: ele torna-se um “sepulcro caiado de branco”.
Ao se comparar ao pobre publicano, considerando-se espiritualmente superior, o fariseu pisa-o e massacra-o. Pessoa assim jamais será um “irmão”, um igual. Ele considera-se “juiz” com o poder de condenar o outro e nunca de absolver o penitente. Ele age assim porque é incapaz de amar o pecador, de se compadecer dele, de ter misericórdia. Ao invés de dizer, cheio de soberba, “não sou como este publicano” ele deveria reconhecer, como Paulo, que ele é o que é pela “graça divina” (1ª Cor 15:10).
Mas, o foco da parábola não está sobre o pretensioso fariseu e sim sobre o humilde publicano. Ele não tem nenhuma lista de virtudes e nem de ações nobres. Pelo contrário, ele tem uma profunda convicção da sua condição de pecador e da possibilidade do perdão divino e da restauração mediante a graça de Deus. A maravilha desta graça está no fato de que Ele sabe que somos pó, imperfeitos e “maltrapilhos”, sem poder dar um passo sem Seu amparo espiritual e que, apesar de tudo isto, Ele nos ama.
Uma única frase sai da boca do publicano: “Ó Deus, sê propício a mim, pecador...” (v 13). No final, a parábola mostra que a graça sempre vence a justiça própria e que, quem vive pela graça, cônscio das suas imperfeições, sempre “desce para casa” justificado por Aquele que diz: “A minha graça te basta!” (2ª Cor 12:9).
Rev. Luciano Roberto
terça-feira, 12 de abril de 2011
Elogie do jeito Certo
Li, na última semana, o artigo de Marcos Méier, Elogie do jeito certo. Depois de reduzi-lo, mantendo as partes mais importantes, compartilho para sua meditação.
“Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado... justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases.
Como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa”.
Ao final da leitura, tive a confirmação do que já desconfiava. Existe um modo sadio de elogiar, que desenvolve filhos e pessoas tranqüilas, sem medo da avaliação e, certamente, detendo arrogância, que nos faz pensar que somos superiores aos demais.
Sem dúvidas, elogiar pelo esforço é mais saudável do ponto de vista emocional e também do ponto de vista do resultado da ação. Na minha criação, não experimentei o elogio pelo esforço, da parte dos meus pais - meu avô Jonas Ribeiro, entretanto, era craque nisso!
Infelizmente, por um tempo, na criação dos meus filhos, imprimi o elogio, mais em razão de um resultado alcançado que pelo esforço. Hoje tento elogiá-los pelo esforço, respeitando suas limitações – coisa que tento fazer com todos os que me circundam. É... meu caro, afinal a gente tem que aprender com a vida e na vida. Agora você sabe por que Deus não desistiu de você nem de mim. Ele não nos descarta quando não conseguimos acertar o alvo, apesar do esforço.
Revlu
“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br
Li, na última semana, o artigo de Marcos Méier, Elogie do jeito certo. Depois de reduzi-lo, mantendo as partes mais importantes, compartilho para sua meditação.
“Recentemente um grupo de crianças pequenas passou por um teste muito interessante. Psicólogos propuseram uma tarefa de média dificuldade, mas que as crianças executariam sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de certo tempo. Em seguida, foram divididas em dois grupos. O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si. Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência.
As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa. A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado... justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas
No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. Nossos filhos precisam ouvir frases.
Como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu video game foi muito legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual.
Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa”.
Ao final da leitura, tive a confirmação do que já desconfiava. Existe um modo sadio de elogiar, que desenvolve filhos e pessoas tranqüilas, sem medo da avaliação e, certamente, detendo arrogância, que nos faz pensar que somos superiores aos demais.
Sem dúvidas, elogiar pelo esforço é mais saudável do ponto de vista emocional e também do ponto de vista do resultado da ação. Na minha criação, não experimentei o elogio pelo esforço, da parte dos meus pais - meu avô Jonas Ribeiro, entretanto, era craque nisso!
Infelizmente, por um tempo, na criação dos meus filhos, imprimi o elogio, mais em razão de um resultado alcançado que pelo esforço. Hoje tento elogiá-los pelo esforço, respeitando suas limitações – coisa que tento fazer com todos os que me circundam. É... meu caro, afinal a gente tem que aprender com a vida e na vida. Agora você sabe por que Deus não desistiu de você nem de mim. Ele não nos descarta quando não conseguimos acertar o alvo, apesar do esforço.
Revlu
“Marcos Meier é mestre em Educação, psicólogo, professor de Matemática e especialista na teoria da Mediação da Aprendizagem em Jerusalém, Israel. Seus livros são encontrados na loja virtual www.kapok.com.br
sexta-feira, 8 de abril de 2011
12 Vítimas e 1 Herói
Acredito que um fenômeno emocional atingiu, no dia de ontem, toda a nação brasileira. Nos tornamos uma grande família. Não houve quem não se sentiu pai, mãe, irmão, tio, avô das crianças assassinadas e feridas na escola Municipal em Realengo. Não ficamos somente consternados e sentidos. Na verdade, de alguma forma fomos atingidos. Foi como se estivéssemos perdendo um ente da família.
Quando iniciei este texto, pensei em colocar como título: 12 vítimas, um assassino e um herói. Entretanto, resolvi mudá-lo para: 12 vítimas e um herói. Não vejo razão para incluir na história quem interrompeu friamente 12 histórias. Este Wellington Menezes de Oliveira quis entrar para história cometendo uma atrocidade inimaginável entre Brasileiros. Na minha história ele não entra. Quando destacamos o assassino seu plano, sua habilidade em carregar as armas e executar as crianças, podemos despertar outros “Wellingtons" a querer repetir o mesmo ato crul e covarde, quer seja por baixa estima, desejo de vingança ou patologia mental.
Na minha história tem o destaque devido a dor e as lágrimas de pais desesperados. Na minha história 12 crianças tem nomes. Estes nomes, sim, têm que ficar destacados na história (Falta ainda a identificação do último da lista). São estes as verdadeiras vitimas:
1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio,
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos
Escrevi, recentemente no blog, algo sobre a ação covarde e desumana de soldados da PM de Manaus contra uma criança de 14 anos. Disse que eram bandidos fardados.
Neste, episódio do Rio, porém, o herói é um sargento da PM. Trata-se do terceiro sargento PM Márcio Alexandre Alves. Policial militar do Batalhão de Polícia Rodoviária do Rio. Ele e outros PMs participavam de uma operação de rotina de controle de trânsito, quando um menino de 12 anos, ferido no rosto deu o alerta. Foi o sargento que deu de cara com o assassino, armado na escada do segundo para o terceiro andar. Alves atirou. "Ele apontou na minha direção, eu efetuei dois disparos e ele caiu", contou o sargento.
Guarde este nome, Márcio Alexandre Alves.Este sim é meu herói. Não porque matou o bandido, mas, porque, salvou dezenas de crianças.
É por esta e outras razões, que Jesus é meu herói. Ele me salvou da morte.
Rev. Lú
Acredito que um fenômeno emocional atingiu, no dia de ontem, toda a nação brasileira. Nos tornamos uma grande família. Não houve quem não se sentiu pai, mãe, irmão, tio, avô das crianças assassinadas e feridas na escola Municipal em Realengo. Não ficamos somente consternados e sentidos. Na verdade, de alguma forma fomos atingidos. Foi como se estivéssemos perdendo um ente da família.
Quando iniciei este texto, pensei em colocar como título: 12 vítimas, um assassino e um herói. Entretanto, resolvi mudá-lo para: 12 vítimas e um herói. Não vejo razão para incluir na história quem interrompeu friamente 12 histórias. Este Wellington Menezes de Oliveira quis entrar para história cometendo uma atrocidade inimaginável entre Brasileiros. Na minha história ele não entra. Quando destacamos o assassino seu plano, sua habilidade em carregar as armas e executar as crianças, podemos despertar outros “Wellingtons" a querer repetir o mesmo ato crul e covarde, quer seja por baixa estima, desejo de vingança ou patologia mental.
Na minha história tem o destaque devido a dor e as lágrimas de pais desesperados. Na minha história 12 crianças tem nomes. Estes nomes, sim, têm que ficar destacados na história (Falta ainda a identificação do último da lista). São estes as verdadeiras vitimas:
1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio,
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- Ana Carolina Pacheco da Silva, 13 anos
Escrevi, recentemente no blog, algo sobre a ação covarde e desumana de soldados da PM de Manaus contra uma criança de 14 anos. Disse que eram bandidos fardados.
Neste, episódio do Rio, porém, o herói é um sargento da PM. Trata-se do terceiro sargento PM Márcio Alexandre Alves. Policial militar do Batalhão de Polícia Rodoviária do Rio. Ele e outros PMs participavam de uma operação de rotina de controle de trânsito, quando um menino de 12 anos, ferido no rosto deu o alerta. Foi o sargento que deu de cara com o assassino, armado na escada do segundo para o terceiro andar. Alves atirou. "Ele apontou na minha direção, eu efetuei dois disparos e ele caiu", contou o sargento.
Guarde este nome, Márcio Alexandre Alves.Este sim é meu herói. Não porque matou o bandido, mas, porque, salvou dezenas de crianças.
É por esta e outras razões, que Jesus é meu herói. Ele me salvou da morte.
Rev. Lú
quinta-feira, 31 de março de 2011
Fé Improvável
Fé Improvável
Quando lemos o livro de Hebreus, somos apresentados a mais profunda e bela definição de fé encontrada na Bíblia: “ORA, A FÉ É A CERTEZA DAS COISAS QUE SE ESPERAM E A CONVICÇÃO DOS FATOS QUE SE NÃO VÊEM” Hebreus 11:1. Também somos convidados a contemplar e imitar a enorme e variada galeria de heróis da fé. Hebreus 11:2-40.
Vemos, claramente, que a intenção, do autor desta carta, é deixar claro que a história da redenção é permeada ou pontilhada por pessoas que resolveram viver com fé. Neste sentido, devemos entender que, se quisermos viver uma vida relevante, integralmente falando, devemos viver a nossa existência na terra alicerçados na fé. O resultado é que, além de ver o agir de Deus em nossas histórias, agradaremos a Deus com a nossa postura.
No entanto, devemos ressaltar, também, como fez o autor aos Hebreus, o fato de que a fé procede de onde menos se espera. É o caso da prostituta Raabe (Hb. 11:31). Jesus, nos seus encontros, também se deparou com expressões de fé de pessoas improváveis. Lembro-me da Mulher Siro-Fenícia e do Centurião – ambos, como Raabe,estrangeiros. Estes não faziam parte da estirpe abraâmica nem eram profundos conhecedores da Torá nem estudaram aos pés de Gamalieu, mas, mesmo assim, tornaram-se expressivos modelos de prática de fé.
Diante da fé persistente da mãe Siro-fenícia, Ele diz: “Ó mulher, grande é a tua fé” (Mt. 15:28). Diante da fé do Centurião Romano, Jesus chega a fazer uma afirmação chocante para os religiosos de plantão: “…nem mesmo em Israel achei fé como esta”(Lc. 7:9).
No dia 28 de março, morreu José de Alencar. Empresário, ex- Vice Presidente da República e, sobretudo, crente em Deus - homem, que certamente poderia ter ouvido de Jesus o que o Centurião ouviu.
A fé falada e demonstrada de José de Alencar, deu-nos uma amostra de como, todos nós que somos crentes, deveríamos manifestar a nossa fé.
14 anos de luta contra um câncer, 17 intervenções cirúrgicas não foram capazes de arrancar o bom humor e a fé gigante de seu coração.
Em tempos de descrença, lamurias e murmurações, as frases de fé de Alencar servem de inspiração para nós os crentes. Eis algumas: "Vamos pessoal vai dar tudo certo " ( frase dita a junta de Médicos que iria opera-lo pouco antes de uma cirurgia de auto risco.
"Deus sempre quer o melhor pra gente, e se for pra eu morrer é por que Deus acha que é o melhor pra mim"
"Deus não precisa de um câncer pra me levar, se ele tiver que me levar a doença será só uma desculpa"
quinta-feira, 24 de março de 2011
Deus Pai Vendo seu filho Sendo Maltratado
Ontem, quando assistia o Jornal da Globo, fiquei chocado e indignado ao ver a cena cruel e covarde de PMs de Manaus agredindo e atirando em uma criança de 14 anos, sem passagem pela Polícia. Confesso. Dormir mal!
Hoje, pela manhã, assisti novamente a cena e mais uma vez, um misto de raiva e impotência se apoderaram de mim. Dava vontade de entrar no video e defender aquela criança das mãos sujas e cruéis daqueles maus policiais ou melhor, banditos fardados.
No final da manhã, quando orava mais uma vez, relacionei o ocorrido... com o que Deus teve de suportar ao ver seu Filho Jesus sendo maltratado. Religiosos malignos fabricaram uma versão de crime contra Jesus. Ele foi surrado e humilhado. Soldados piores que os de Manaus, colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça e um manto escarlate e o ridicularizaram. Esbofetearam seu rosto, chicotearam suas costas, obrigaram-no a carregar a cruz e por fim o crucificaram. Para completar, deram-lhe vinagre e fel para matar sua sede.
Fiquei a pensar... o quê impediu Deus de socorrer seu Filho? O amor pelo pecador, enfim, por nós.
Deus sabia, que se o seu Filho não morresse por nós, morreríamos sem Ele e sem Céu.
Nós, no entanto, podemos denunciar abusos de autoridades de todos que são revestidos de autoridade. Podemos defender os que clamam por socorro, como esta criança.
Se você não assistiu o video, dê uma olhada, acessando o link
http://www.youtube.com/watch?v =wgPBXZ-jwCU
Hoje, pela manhã, assisti novamente a cena e mais uma vez, um misto de raiva e impotência se apoderaram de mim. Dava vontade de entrar no video e defender aquela criança das mãos sujas e cruéis daqueles maus policiais ou melhor, banditos fardados.
No final da manhã, quando orava mais uma vez, relacionei o ocorrido... com o que Deus teve de suportar ao ver seu Filho Jesus sendo maltratado. Religiosos malignos fabricaram uma versão de crime contra Jesus. Ele foi surrado e humilhado. Soldados piores que os de Manaus, colocaram uma coroa de espinhos em sua cabeça e um manto escarlate e o ridicularizaram. Esbofetearam seu rosto, chicotearam suas costas, obrigaram-no a carregar a cruz e por fim o crucificaram. Para completar, deram-lhe vinagre e fel para matar sua sede.
Fiquei a pensar... o quê impediu Deus de socorrer seu Filho? O amor pelo pecador, enfim, por nós.
Deus sabia, que se o seu Filho não morresse por nós, morreríamos sem Ele e sem Céu.
Nós, no entanto, podemos denunciar abusos de autoridades de todos que são revestidos de autoridade. Podemos defender os que clamam por socorro, como esta criança.
Se você não assistiu o video, dê uma olhada, acessando o link
http://www.youtube.com/watch?v
sexta-feira, 18 de março de 2011
O Que é Alegria?
A pergunta que faço, pode parecer simples e até ingênua, mas não é!
Há uma confusão conceitual e emocional quanto ao sentido do que seja alegria plena, pura e real. A confusão se dilui quando entendo uma diferença básica. O escritor Sam Storms, soube muito bem destacar a diferença básica, ao dizer: "Alegria não é, necessariamente, a ausência de sofrimento. Alegria é a presença de Deus."
Quando lemos sobre a reação de Paulo e Silas em meio ao profundo sofrimento e a vexatória humilhação que eles foram submetidos na cidade de Filipos, vemos, na prática, pessoas que conseguiram se alegrar com a presença de Deus a despeito da presença do sofrimento.
Nós Também podemos reagir deste modo!
Leia o relato de Lucas em Atos 16:22s: "E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas. E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco.E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
Há uma confusão conceitual e emocional quanto ao sentido do que seja alegria plena, pura e real. A confusão se dilui quando entendo uma diferença básica. O escritor Sam Storms, soube muito bem destacar a diferença básica, ao dizer: "Alegria não é, necessariamente, a ausência de sofrimento. Alegria é a presença de Deus."
Quando lemos sobre a reação de Paulo e Silas em meio ao profundo sofrimento e a vexatória humilhação que eles foram submetidos na cidade de Filipos, vemos, na prática, pessoas que conseguiram se alegrar com a presença de Deus a despeito da presença do sofrimento.
Nós Também podemos reagir deste modo!
Leia o relato de Lucas em Atos 16:22s: "E a multidão se levantou unida contra eles, e os magistrados, rasgando-lhes as vestes, mandaram açoitá-los com varas. E, havendo-lhes dado muitos açoites, os lançaram na prisão, mandando ao carcereiro que os guardasse com segurança. O qual, tendo recebido tal ordem, os lançou no cárcere interior, e lhes segurou os pés no tronco.E, perto da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam hinos a Deus, e os outros presos os escutavam. E de repente sobreveio um tão grande terremoto, que os alicerces do cárcere se moveram, e logo se abriram todas as portas, e foram soltas as prisões de todos. E, acordando o carcereiro, e vendo abertas as portas da prisão, tirou a espada, e quis matar-se, cuidando que os presos já tinham fugido. Mas Paulo clamou com grande voz, dizendo: Não te faças nenhum mal, que todos aqui estamos. E, pedindo luz, saltou dentro e, todo trêmulo, se prostrou ante Paulo e Silas. E, tirando-os para fora, disse: Senhores, que é necessário que eu faça para me salvar? E eles disseram: Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Pai Nosso
Hoje, logo mais à noite, começo a série de estudos sobre a oração que Jesus ensinou aos seus discípulos, conhecida como oração dominical ou do PAI NOSSO. Serão 5 encontros de estudo e prática. Além da reflexão, teremos a oportunidade de colocar em laboratorio o que aprendemos, por meio de um momento de oração.
Para despertar o desejo, no seu coração, de aprender mais sobre está oração permita-me colocar uma amostra, um gostinho em sua boca, por meio de três destaques:
1. Esta oração, não é para ser feita por qualquer um. Esta oração é pra ser feita por aqueles que são filhos de Deus. Então, você poderá dizer: "É uma oração pra todos. Porque, todos são filhos de Deus". Eu lhe direi, no entanto, Não! Em absoluto! Esta afirmação é decorrente de um ditado popular, que por sinal, não encontra sustentação bíblica. A Bíblia diz que nos tornamos filhos de Deus quando recebemos Jesus por fé e compromisso como Senhor e Salvador (Jo. 1:12). Quando nos arrependemos dos nossos pecados e vivemos um novo relacionamento com o autor da vida, passamos a ser guiados pelo Espírito Santo de Deus, o que , segundo o texto, me distingue como filho de Deus (Rm. 8:31).
2. Esta oração é inclusiva, no sentido de nos fazer experimentar um relacionamento ímpar, que somente Jesus experimentava - a comunhão plena com o Pai. Antes Jesus orava "meu pai que estás no céu..."quando ele nos incluiu podemos dizer: "Pai Nosso".
3. Esta oração faz uma distinção entre o pai da terra (nossos pais falíveis) e o Pai do céu ( o Pai infalível). Quantos traumas e bloqueios surgiram em tantos filhos como resultado de um relacionamento doentio com os pais da terra? Com Deus podemos iniciar um novo relacionamento sadio e restaurador com o Pai do céu, sem transferência e/ou projeção.
Um relacionamento de amor pleno, com o Pai do céu é a base para se fazer esta oração. Por isso afirmo, está oração pode ser conhecida como a oração dos filhos de Deus.
Vejo você mais tarde para aprofundar mais um pouco o assunto.
Para despertar o desejo, no seu coração, de aprender mais sobre está oração permita-me colocar uma amostra, um gostinho em sua boca, por meio de três destaques:
1. Esta oração, não é para ser feita por qualquer um. Esta oração é pra ser feita por aqueles que são filhos de Deus. Então, você poderá dizer: "É uma oração pra todos. Porque, todos são filhos de Deus". Eu lhe direi, no entanto, Não! Em absoluto! Esta afirmação é decorrente de um ditado popular, que por sinal, não encontra sustentação bíblica. A Bíblia diz que nos tornamos filhos de Deus quando recebemos Jesus por fé e compromisso como Senhor e Salvador (Jo. 1:12). Quando nos arrependemos dos nossos pecados e vivemos um novo relacionamento com o autor da vida, passamos a ser guiados pelo Espírito Santo de Deus, o que , segundo o texto, me distingue como filho de Deus (Rm. 8:31).
2. Esta oração é inclusiva, no sentido de nos fazer experimentar um relacionamento ímpar, que somente Jesus experimentava - a comunhão plena com o Pai. Antes Jesus orava "meu pai que estás no céu..."quando ele nos incluiu podemos dizer: "Pai Nosso".
3. Esta oração faz uma distinção entre o pai da terra (nossos pais falíveis) e o Pai do céu ( o Pai infalível). Quantos traumas e bloqueios surgiram em tantos filhos como resultado de um relacionamento doentio com os pais da terra? Com Deus podemos iniciar um novo relacionamento sadio e restaurador com o Pai do céu, sem transferência e/ou projeção.
Um relacionamento de amor pleno, com o Pai do céu é a base para se fazer esta oração. Por isso afirmo, está oração pode ser conhecida como a oração dos filhos de Deus.
Vejo você mais tarde para aprofundar mais um pouco o assunto.
domingo, 13 de março de 2011
Seja Sócio
Hoje, no culto de abertura da Escola Dominical, preguei sobre Filipenses 4:14.
Na introdução da minha fala, fiz uma comparação entre o comportamento da Igreja de Tessalônica, que recebeu a Palavra de Deus em meio a MUITA TRIBULAÇÃO (1Ts1:6) com a exortação de Paulo ao Filipenses (Fp. 4:14).
Em Tessalônica, os crentes honraram a Deus, escolhendo agir com fé, não permitindo que as tribulações se apresentassem como obstáculos à perseverança. A operosidade da fé, a esperança e o amor abnegado deles (1Ts. 1:3) nos revelaram qual deve ser o esperado comportamento para suportar as provas e vencer as tribulações.
Na recomendação aos Filipenses (texto no final e em negrito) encontramos outra peça que se encaixa como uma luta na engrenagem espiritual que possibilita vencer as tribulações. Além de agir com fé, esperança e amor em nossas tribulações, precisamos também ser SÓCIOS, parceiros e irmãos, que se associem às tribulações de outros para ajudar, consolar e a dividir os fardos.
As vezes podemos resistir a "barra"sozinhos de uma tribulação, mas a Bíblia diz que fazemos bem ao nos somarmos, ou melhor, nos associarmos nas tribulações dos outros visando ajudá-los a vencê-las.
As vezes somos exigentes na cobrança de que outros vejam nossas dores, feridas e cargas, mas somos insensíveis e indiferentes quando a situação é com os outros.
Guardemos a aprovação de Paulo em Fp. 4:14, que diz: "...fizestes bem, associando-vos na minha tribulação."
Na introdução da minha fala, fiz uma comparação entre o comportamento da Igreja de Tessalônica, que recebeu a Palavra de Deus em meio a MUITA TRIBULAÇÃO (1Ts1:6) com a exortação de Paulo ao Filipenses (Fp. 4:14).
Em Tessalônica, os crentes honraram a Deus, escolhendo agir com fé, não permitindo que as tribulações se apresentassem como obstáculos à perseverança. A operosidade da fé, a esperança e o amor abnegado deles (1Ts. 1:3) nos revelaram qual deve ser o esperado comportamento para suportar as provas e vencer as tribulações.
Na recomendação aos Filipenses (texto no final e em negrito) encontramos outra peça que se encaixa como uma luta na engrenagem espiritual que possibilita vencer as tribulações. Além de agir com fé, esperança e amor em nossas tribulações, precisamos também ser SÓCIOS, parceiros e irmãos, que se associem às tribulações de outros para ajudar, consolar e a dividir os fardos.
As vezes podemos resistir a "barra"sozinhos de uma tribulação, mas a Bíblia diz que fazemos bem ao nos somarmos, ou melhor, nos associarmos nas tribulações dos outros visando ajudá-los a vencê-las.
As vezes somos exigentes na cobrança de que outros vejam nossas dores, feridas e cargas, mas somos insensíveis e indiferentes quando a situação é com os outros.
Guardemos a aprovação de Paulo em Fp. 4:14, que diz: "...fizestes bem, associando-vos na minha tribulação."
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ainda na Velhice Darão Frutos
É impressionante como muitas pessoas paralisam-se diante dos obstáculos na jornada da vida. Estas pessoas superestimam os obstáculos e subestimam seus próprios potenciais e a Deus, que pode dar forças para vencer o que os limita e paraliza (Fp. 4:13).
A velhice é pra muitos, motivo de desistir de sonhos e de desculpas para não assumir desafios.
Em muitos casos, existem o que chamamos de "novos velhos". São aqueles que se entregam cedo demais e antecipam a aposentadoria da vida, restringindo-se e reclusando-se em uma vida mal humorada, rabugenta, triste e solitária.
A história de Abrãao é emblemática, porque mostra o que acontece com aqueles que servem ao Senhor com fé operante: "ainda na velhice darão frutos" Sl. 92:14. Com 75 anos foi Abraão chamado por Deus para iniciar uma jornada física e espiritual e não usou a desculpa da idade para evitar o desafio. Com 100 anos se tornou pai e continuou ativo na sua fé.
recebi hoje um e-mail sobre uma senhora inglesa, que pode servir de exemplo para quem está pensando em parar e se aposentar da vida.
Confira!
http://www.youtube.com/watch?v=8ADvp6fkMyQ
A velhice é pra muitos, motivo de desistir de sonhos e de desculpas para não assumir desafios.
Em muitos casos, existem o que chamamos de "novos velhos". São aqueles que se entregam cedo demais e antecipam a aposentadoria da vida, restringindo-se e reclusando-se em uma vida mal humorada, rabugenta, triste e solitária.
A história de Abrãao é emblemática, porque mostra o que acontece com aqueles que servem ao Senhor com fé operante: "ainda na velhice darão frutos" Sl. 92:14. Com 75 anos foi Abraão chamado por Deus para iniciar uma jornada física e espiritual e não usou a desculpa da idade para evitar o desafio. Com 100 anos se tornou pai e continuou ativo na sua fé.
recebi hoje um e-mail sobre uma senhora inglesa, que pode servir de exemplo para quem está pensando em parar e se aposentar da vida.
Confira!
http://www.youtube.com/watch?v=8ADvp6fkMyQ
Deus se faz presente
É comum, quando passamos por momentos de dificuldades e tribulações, concluir que Deus nos desamparou, deixando-nos abandonados na cova dos leões.
O sentimento de solidão e orfandade nos faz ficar mais angustiados e inseguros quanto a que direção tomar e quanto ao que fazer. Imediatamente somos levados a pensar na tribulação como consequência dos nossos atos pecaminosos - mesmo que não sejam - o que produz em nós um sentimento de indignidade e de culpabilidade. Este tipo de conclusão, nos afasta de Deus, trazendo ainda a falsa percepção de que Deus se afastou de vez. No entanto, se lermos a Bíblia com cuidado, veremos que as tribulações virão em nossas vidas, não só como consequências de nossos atos e de nossas escolhas erradas. Elas também virão, como oportunidades ou como etapas necessárias, que formarão em nós um caráter perseverante e maduro em Cristo.
Entretanto, mesmo que as tribulações venham, quer como consequências, quer como oportunidade de Deus, a verdade é que Deus se fará presente, quando clamarmos por socorro. A Bíblia não diz que só terá direito de clamar a Deus, àqueles que sofrem por oportunidade para crescer! Os que pecaram e amargam consequências são desafiados a acreditar que Deus os socorrerá e se fará presente, quando clamarem de todo coração, com quebrantamento e contrição. Jesus é, e sempre será, o "socorro bem presente na angústia" (Sl. 46:1), tanto de um quanto de outro.
Pedro frase afogado disse: "Senhor socorre-me!" e Ele socorreu . O Ladrão da cruz ao lado, disse: "lembra-te de mim!" Lc. 23:42 e Ele, além de trazer o alivio do perdão, trouxe a promessa de Paraíso (vs. 43).
Ele estará do nosso lado mesmo quando não percebemos - os discípulos no caminho de Emaús nos fazem lembrar disto (Lc. 24:13). Portanto não creia apenas nos seus sentimentos, que podem ser enganosos, mas, sobretudo, creia na Palavra de Deus, que diz: "Clamou este aflito e o Senhor ouviu e o livrou de todas as suas tribulações"Sl. 34:6.
O sentimento de solidão e orfandade nos faz ficar mais angustiados e inseguros quanto a que direção tomar e quanto ao que fazer. Imediatamente somos levados a pensar na tribulação como consequência dos nossos atos pecaminosos - mesmo que não sejam - o que produz em nós um sentimento de indignidade e de culpabilidade. Este tipo de conclusão, nos afasta de Deus, trazendo ainda a falsa percepção de que Deus se afastou de vez. No entanto, se lermos a Bíblia com cuidado, veremos que as tribulações virão em nossas vidas, não só como consequências de nossos atos e de nossas escolhas erradas. Elas também virão, como oportunidades ou como etapas necessárias, que formarão em nós um caráter perseverante e maduro em Cristo.
Entretanto, mesmo que as tribulações venham, quer como consequências, quer como oportunidade de Deus, a verdade é que Deus se fará presente, quando clamarmos por socorro. A Bíblia não diz que só terá direito de clamar a Deus, àqueles que sofrem por oportunidade para crescer! Os que pecaram e amargam consequências são desafiados a acreditar que Deus os socorrerá e se fará presente, quando clamarem de todo coração, com quebrantamento e contrição. Jesus é, e sempre será, o "socorro bem presente na angústia" (Sl. 46:1), tanto de um quanto de outro.
Pedro frase afogado disse: "Senhor socorre-me!" e Ele socorreu . O Ladrão da cruz ao lado, disse: "lembra-te de mim!" Lc. 23:42 e Ele, além de trazer o alivio do perdão, trouxe a promessa de Paraíso (vs. 43).
Ele estará do nosso lado mesmo quando não percebemos - os discípulos no caminho de Emaús nos fazem lembrar disto (Lc. 24:13). Portanto não creia apenas nos seus sentimentos, que podem ser enganosos, mas, sobretudo, creia na Palavra de Deus, que diz: "Clamou este aflito e o Senhor ouviu e o livrou de todas as suas tribulações"Sl. 34:6.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Quem nunca plantou feijão no algodão?
Lembro-me, quando criança, fazendo esta fascinante experiência escolar. Foi e ainda é para mim enigmatico ver uma semente, principalmente as pequenas, vencer o peso opressor da terra e romper para superfície, desenvolvendo todo o seu potencial de produzir vida e frutos.
Jesus foi mestre na prática de semear vida e aspirações nos corações dos homens e mulheres da sua época e também nos dias atuais.
As suas palavras e ensinamentos produziam transformações, mudanças e elevavam os corações a ter esperança.
Uma pequena semente pode produzir 40, 60 e até 100 vezes mais. Tudo depende do estado do coração de cada um - foi o que Jesus disse.
Então confie na promessa daquele (Deus) que diz: "Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feches." Salmos 126:6
Lembro-me, quando criança, fazendo esta fascinante experiência escolar. Foi e ainda é para mim enigmatico ver uma semente, principalmente as pequenas, vencer o peso opressor da terra e romper para superfície, desenvolvendo todo o seu potencial de produzir vida e frutos.
Jesus foi mestre na prática de semear vida e aspirações nos corações dos homens e mulheres da sua época e também nos dias atuais.
As suas palavras e ensinamentos produziam transformações, mudanças e elevavam os corações a ter esperança.
Uma pequena semente pode produzir 40, 60 e até 100 vezes mais. Tudo depende do estado do coração de cada um - foi o que Jesus disse.
Então confie na promessa daquele (Deus) que diz: "Quem sai andando e chorando, enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feches." Salmos 126:6
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