Pesquisar este blog

quarta-feira, 9 de março de 2011

Deus se faz presente

É comum, quando passamos por  momentos de dificuldades e tribulações, concluir que Deus nos desamparou, deixando-nos abandonados na cova dos leões.  
O sentimento de solidão e orfandade nos faz ficar mais angustiados e inseguros quanto a que direção tomar e quanto ao que fazer.  Imediatamente somos levados a pensar na tribulação como consequência dos nossos atos pecaminosos - mesmo que não sejam - o que produz em nós um sentimento de indignidade e de culpabilidade. Este tipo de conclusão, nos afasta de Deus, trazendo ainda a falsa percepção de  que Deus se afastou de vez. No entanto,  se lermos a Bíblia com cuidado, veremos que as tribulações virão em nossas vidas, não só como consequências de nossos atos e  de nossas escolhas erradas. Elas também virão, como oportunidades ou como etapas necessárias, que formarão em nós um caráter perseverante e maduro em Cristo. 
Entretanto, mesmo que as tribulações venham, quer como consequências,  quer como oportunidade de Deus, a verdade é que Deus se fará presente, quando clamarmos por socorro. A Bíblia não diz que só terá direito de clamar a Deus, àqueles que sofrem por oportunidade para crescer! Os que pecaram e amargam consequências são desafiados a acreditar que Deus os socorrerá e se fará presente, quando  clamarem de todo coração, com quebrantamento e contrição. Jesus é, e sempre será, o "socorro bem presente na angústia" (Sl. 46:1), tanto de um quanto de outro. 
Pedro frase afogado disse: "Senhor socorre-me!" e Ele socorreu . O Ladrão da cruz ao lado, disse: "lembra-te de mim!" Lc. 23:42 e Ele, além de trazer o alivio do perdão, trouxe a promessa de Paraíso (vs. 43).
Ele estará do nosso lado mesmo quando não percebemos - os discípulos no caminho de Emaús nos fazem lembrar disto (Lc. 24:13). Portanto não creia apenas nos seus sentimentos, que podem ser enganosos, mas, sobretudo, creia na  Palavra de Deus, que diz: "Clamou este aflito e o Senhor ouviu e o livrou de todas as suas tribulações"Sl. 34:6.

Um comentário: